terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Pronto! Criei o "tal" Blog.

Pronto! Me curvei a já tão usada e batida mania de criar um Blog. Os motivos? Não tenho a menor idéia. Talvez pela urgente necessidade de falar (não no sentido literal obviamente) e como nem sempre tem-se quem escute, pode ser que haja alguém disposto a ler.
Mas escrever um blog é muito mais que simplesmente falar, dar opinião...é quase como um confessionário, como um amigo íntimo a quem se contam os segredos (pena que em muitas ocasiões estes amigos íntimos são mais fofoqueiros que os habituais). Um blog é a chance que se tem de dizer o quem pensa, e de graça - ao menos foi o que entendi quando comecei este troço - sem correr o risco de ver o interlocutos com cara de sono, fingindo interesse com aquela prega de preocupação na testa que se traduz por "poxa, será que ainda vai demorar muito...", ou pior ainda, como faz o meu filho de 07 anos, repsondendo com monossílabos (hã?! Isso.. Claro...). Talvez isso seja o mais importante de um blog: a ausência física de um interlocutor e, ao mesmo tempo, a possibilidade de se falar para uma multidão - mesmo que esta multidão seja composta de dois ou três parentes caridosos - na verdade é algo mágico, pois se pode fugir de toda e qualquer crítica, é fácil, basta apagar.
O blog também pode ser útil como primeira etapa para quem tem medo de falar em público. Sim porque não? Escrever um blog é expor suas idéias às opiniões alheias - mas lembrem-se que as mais violentas podem ser apagadas - a um grupo de leitores, a um grupo de amigos. Um segundo passo seria pela publicação de vídeos - para o qual ainda não estou preparado. Imaginem só...após "pagar mico" na internet para passar vergonha ao vivo é um passo, ou seja, "Como falar em público - ou ser fiasquento - em três passos". Acho que descobri um novo filão comercial para os blogs (atenção aos meus direitos de registro de idéias). Já posso até ver as minhas ações na nasdaq...caindo...subindo...caindo, caindo, caindo...subindo, subindo, subindo.
Criar um blog é uma decisão difícil, pois descobri isso após os três anos que passei em dúvida se faria ou não. Sim são muitas responsabilidades, imaginem só...e se amanhã eu não tiver o que escrever? Se não acontecer nada que me de motivos para escrever, até por que não sou nenhum Machado de Assis  - ou mesmo um Assis Moreira - para dizer algo de relevante ou irrelevante o tempo inteiro, ou mesmo para estar diantes das câmeras vendendo e comprando meu irmão para o time que oferecer mais (momento vingança). Já imaginaram? E as preocupações? Já estou preparado psicologicamente para não dormir mais, sim pois as dúvidas acerca do que escrevo, da grafia correta das palavras, do emprego dos porquês (certamente todos neste texto estão errados), da sintaxe (até entendo minha professora não gostar muito de mim), ou seja, adentrei, voluntaria e conscientemente, nas portas do inferno.
A criação do blog tras também as dúvidas quanto a reação das pessoas que nos cercarm - muito provavelmente os primeiros, em alguns casos, únicos, leitores. Dos colegas de faculdade (sim sou aluno de Letras Português/Espanhol e Licenciaturas), dos amigos, parentes - minhas sobrinhas vão rir muito de mim. Até parece que estou vendo o comentário do meu pai:_"Isso vai dar dinheiro? Vais precisar pagar alguma coisa? E trabalhar tu não vais?" Assim são os pais. Já minha mãe certamente vai dizer: "_Manda para o jornal!!! Tu sempre escreveste bem meu filho! Lembra das tuas poesias?"É...assim são as mães - Ainda bem que coloquei todas fora, e as que não coloquei não publico nem sob tortura...mas se alguém insistir....Minha mullher (professora) vai me dizer: "Tá depois eu leio..." E claro que eu vou insistir: "_Já te disse...depois eu leio" Provavelmente só lerá depois que eu fizer "olhos do gato de botas" ela sentará em frente ao computador para ler...e concluir: "_É...tá bom...já tinha te dito para voltar a escrever."
Mas o melhor de tudo será a reação do meu filho. Todos sabem que na infância somos os heróis deles, na adolescência somos "os velhos" (embora ele com 07 anos já me chame assim) e quando eles forem adultos somos os estorvos. Mas vai ser mais ou menos assim: "_Que legal pai! Que é um blog? Todo mundo vai ler? Me conta uma história? Posso jogar videogame? Tô com fome...posso comer bolachinha? Posso ver tv? Quando é o Natal? E o meu aniversário? Falta muito? Vamos jogar bola? A não!!! Banho agora nããão...!Mãããeeeee...olha o pai me incomodando!" Mas ser pai sem isso não tem graça.
E o pior de tudo ainda está por vir. Como aluno apaixonado pela linguística (a matéria, não a professora, sou muito bem casado a 11 anos), já estou esperando os petardos dos professores de português. Já imaginaram o proessor Pasquale lendo isso??? Impossível não ter na tela mental a imagem de um inquisitor "interrogando" o pobre, pequeno e alquebrado suposto bruxo, eu - não se incomodem, essa projeção mental faz parte do meu ego enorme.
Bom, como ia dizendo lá no início, resolvi criar esse blog, quem sabe alguém mais se interessa pelas minhas opiniões sobre os mais diversos assuntos, vá que alguém aproveite alguma coisa, ache relevante e acabe me tornando uma "Marta Medeiros" (Cruz credo!), embora uma futura entrevista no Jô Soares não seja nenhuma má idéia.
Ditadura e o câncer.

Tchêêêêê! Acho q fiz uma descoberta científica! Isso vai revolucionar a medicina moderna (e olha que é apenas o meu segundo texto neste blog).
Voces já imaginaram que a ditadura pode causar câncer? É isso mesmo, voces não leram errado...a ditadura pode causar câncer. E o pior é que se trata de um tipo diferente de câncer, um que pode ser transmitidos para as vítimas do ditador.
Essa "doença ruim" (como dizem algumas vovós, pois pronunciar o nome da doença poderia atrair), se tornaria a ideal para os ditadores pois tem o dom (sim eu disse dom) de fazer com que a pessoas se torne mais reflexiva, após o primeiro impacto, olhando para dentro de si mesma, avaliando por inteiro sua vida. Tudo isso independente do avanço que a ciência tenha conseguido até o momento. Para muitos a notícia de que se está com cânce soa, em um primeiro momento, como uma sentença de morte.
Ontem fiquei sabendo que o Hugo Chaves teve uma recidiva e o tumor voltou no mesmo lugar que havia sido operado. Hoje documentos vazaram (santo WikLeaks) informando que os médicos deram 02 anos de vida para o "companheiro da Revolução Bolivariana" - revolução que só ele e o Simon Bolivar acreditam. A sentença, digo, diagnóstico, segundo os documentos fora dado pelos médicos de cuba. E por falar nisso o ditador deles também teve câncer (ou tem), ao ponto de ter de entregar sua galinha dos ovos de ouro para o irmão - só mudou a mosca. O seja, a constatação é óbvia: ao menos na américa latina, ser ditador da câncer nos últimos anos.
Por um lado teria lá suas vantagens pois Hamadinejhad (ou sei lá como se escreve esse nome) pensaria duas vezes em manter seu regime, pois facilmente esta nova doença poderia alastrar-se para além fronteiras da América Latina. Bashar Al Assad que se cuidasse pois, uma vez no Iran, passar para a Siria seria um pulo. O Kim Jong un que se cuide em seu recente potestado ditatorial (provavelmente o pai tenha morrido já em consequência desta nova doença).
Eu sei que não se deve desejar o mal aos outros, e não deseja mesmo (de verdade), mas...que limpa se faria no partido comunista chines. 
E será que também contagiaria os pseudo democratas?? Penso que sim pois nosso "camarada boliviariano" também se enquadra nesse grupo. 
Ai já seriam afetados outros tantos "líderes" pelo mundo afora: o Putin, o Corrêa, o Morales. A dona Kishner também já deve o dela, ao que se pode concluir que sim, este novo mal também afeta aos pseudo democratas.
Mas poderia não ficar só por ai, poderia também afetar os psicóticos ultraconservaodores: os Republicanos dos EUA, os da França, da Italia, da Alemanha, e até os "falsos defensores da família" aqui no Brasil, que ocultam suas reais tendência nazi-facistas sob a bandeira da família.
Vamos mais longe (sim delírem comigo, isso é melhor que tomar ansiolíticos e/ou diazepínicos), após contagiar todo esse grupo de psicóticos políticos porque não também expraiar-se pela sociedade, sim, isso mesmo, todo o corrupto e corruptor também (sim pois um não sobreviveria sem o outro), isso talvez, ainda assim não exterminasse a corrupção, mas faria com que cada um deles refletisse sobre sua vida, sobre qual a finalidade da sua existência, sobre não fazer ao outro o que não gostaria que fosse feito a si. Mas não se iludam apontando esta ou aquela pessoa, pois a doença também afetaria a quem "fura" o sinal vermelho, a quem diz para o filho, com idade para pagar a passagem, que pule a catraca do ônibus, para quem passa na frente nas filas por conhecer o "fulano" que trabalha em tal lugar . Seria o fim do maldito jeitinho brasileiro (estou rindo por dentro).
Em muito pouco tempo a epidemia se espalharia pelo mundo todo, ingleses não mais matariam brasileiros no metrô, skinheads não perseguiriam mais homossexuais, nordestinos e todos aqueles que não são skinheads; os estadunidenses não mais se utilizariam da mão de obra barata dos mexicanos, pagando-lhes salários condizentes com suas função, mas como homens não como "latinos" como fazem hoje; a fome não mais existiria, só que antecede uma refeição e outra. Ou seja, estaríamos nos Campos Elísios dos romanos.
Mas enquanto minha descoberta científica não se confirma...e melhor seguirmos vivendo...fazendo o possível para evitar o contato com estas pessoas, pois vá que seja contagioso...vá que, pior ainda, nos contaminemos com o agente patogênico e não desenvolvamos a doença...